{"id":38,"date":"2026-06-09T14:28:18","date_gmt":"2026-06-09T17:28:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ccae.ufpb.br\/antropologia\/?page_id=38"},"modified":"2026-06-09T14:28:18","modified_gmt":"2026-06-09T17:28:18","slug":"ementas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ccae.ufpb.br\/antropologia\/ementas\/","title":{"rendered":"Ementas"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>1.0&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong><strong>CONTE\u00daDOS B\u00c1SICOS PROFISSIONAIS<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>1.1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong><strong>Conte\u00fados B\u00e1sicos do N\u00facleo Comum<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>01 \u2013 FUNDAMENTOS DO PENSAMENTO ANTROPOL\u00d3GICO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Introdu\u00e7\u00e3o aos fundamentos te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos da antropologia. O princ\u00edpio da alteridade. Trabalho de campo. Diversidade e cultura. Etnocentrismo. Os prim\u00f3rdios da antropologia. Os relatos dos viajantes. Ci\u00eancias sociais versus ci\u00eancias naturais. Animalidade versus humanidade. O Evolucionismo: os precursores da antropologia e as cr\u00edticas posteriores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>02 \u2013 FUNDAMENTOS DO PENSAMENTO SOCIOL\u00d3GICO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As revolu\u00e7\u00f5es dos s\u00e9culos XVIII e XIX (cient\u00edficas, pol\u00edticas e econ\u00f4micas). O conhecimento cientifico: o debate do s\u00e9culo XIX. A ci\u00eancia da Sociedade. Os precursores da Sociologia. Comte, Durkheim e o Positivismo. Pressupostos te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos. Conceitos b\u00e1sicos. An\u00e1lise comparativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>03 \u2013 FUNDAMENTOS DO PENSAMENTO POL\u00cdTICO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estado e a sociedade em Plat\u00e3o e Arist\u00f3teles; Maquiavel e a pol\u00edtica; o homem e o Estado em Hobbes, a tripartite do poder; a propriedade privada e a liberdade em Locke; o homem, a sociedade e o Estado em Rousseau. A democracia em Tocqueville.O estado para Marx.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>04 &#8211; TEORIA ANTROPOL\u00d3GICA CL\u00c1SSICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antropologia Inglesa de Rivers \u00e0 Malinowski. Antropologia Estadunidense: Franz Boas, Edward Sapir, Ruth Benedict e Margaret Mead.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>05 &#8211; TEORIA SOCIOL\u00d3GICA CL\u00c1SSICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O subjetivismo na escola alem\u00e3: Simmel e Weber. A s\u00edntese marxista. A escola de Chicago e a Sociologia americana. Pressupostos te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos. Conceitos b\u00e1sicos. An\u00e1lise comparativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>06 \u2013 TEORIA DO ESTADO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 teoria pol\u00edtica. Estudo da concep\u00e7\u00e3o de Estado no pensamento liberal e liberal-democr\u00e1tico. O Estado em Marx. O marxismo; a teoria de elite; democracia representativa e participativa; a crise de legitimidade e de representa\u00e7\u00e3o do Estado contempor\u00e2neo. Teoria do estado m\u00ednimo: o neoliberalismo e a globaliza\u00e7\u00e3o. Cultura e pol\u00edtica nos movimentos sociais contempor\u00e2neos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>07 &#8211; INTRODU\u00c7\u00c3O \u00c0 ETNODOCUMENTA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Oralidade, visualidade e escrita como modos de conhecimento e express\u00e3o. Advento dos aparelhos de fotografia e do cinema no s\u00e9culo XIX. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 hist\u00f3ria da fotografia e do cinema. A c\u00e2mera como instrumento de pesquisa e cria\u00e7\u00e3o. Desenvolvimentos atuais dos aparelhos de capta\u00e7\u00e3o de imagem e som.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>08 &#8211; TEORIA ANTROPOL\u00d3GICA I<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O racionalismo franc\u00eas (das representa\u00e7\u00f5es coletivas ao estruturalismo) e o estrutural-funcionalismo ingl\u00eas (fun\u00e7\u00e3o e estrutura social).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>09 &#8211; TEORIA SOCIOL\u00d3GICA CONTEMPOR\u00c2NEA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Principais escolas sociol\u00f3gicas do s\u00e9culo XX. O Estrutural-Funcionalismo: Merton e Parsons. O Interacionismo Simb\u00f3lico e suas deriva\u00e7\u00f5es: Goffman. A sociologia de Norbert Elias. A sociologia de Pierre Bourdieu. A teoria de Michel Foucault. A teoria cr\u00edtica da Escola de Frankfurt (Adorno, Horkheimer, Marcuse, Benjamin). A sociologia de J\u00fcrgen Habermas. A sociologia de Anthony Giddens<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>10 \u2013 INTRODU\u00c7\u00c3O \u00c0 ANTROPOLOGIA VISUAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uso da fotografia no contexto de trabalhos antropol\u00f3gicos desde o s\u00e9culo XIX: da antropometria \u00e0 observa\u00e7\u00e3o participante. A sistematiza\u00e7\u00e3o da antropologia visual em John Collier Jr. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 hist\u00f3ria do filme etnogr\u00e1fico. Imagens, comunica\u00e7\u00e3o e cultura visual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>11 &#8211; TEORIA ANTROPOL\u00d3GICA II<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conflito e mudan\u00e7a estrutural: Escola de Manchester e Edmund Leach; materialismo cultural; antropologia interpretativa; antropologia marxista; antropologia hist\u00f3rica; p\u00f3s-modernismo; antropologia do colonialismo<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>12 &#8211; ANTROPLOGIA BRASILEIRA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O desenvolvimento do campo institucional e acad\u00eamico da antropologia no Brasil. Os Museus. A etnologia ind\u00edgena e a pol\u00edtica indigenista. Estudos \u00e9tnico-raciais. Estudos da sociedade nacional. O campo da antropologia no Nordeste. Temas urbanos e novos temas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>13 &#8211; M\u00c9TODOS DE MENSURA\u00c7\u00c3O E AN\u00c1LISE DE DADOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pesquisa quantitativa nas Ci\u00eancias Sociais. Classifica\u00e7\u00e3o das vari\u00e1veis. Medidas estat\u00edsticas descritivas. Apresenta\u00e7\u00e3o de dados. Elabora\u00e7\u00e3o de question\u00e1rios. Organiza\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o em banco de dados. No\u00e7\u00f5es de probabilidade. Distribui\u00e7\u00e3o Normal. No\u00e7\u00f5es de amostragem. Testes de hip\u00f3teses. Teste Qui-Quadrado. Pacotes estat\u00edsticos para an\u00e1lise de dados<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>14 &#8211; MEM\u00d3RIA, NARRATIVA E ORALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mem\u00f3ria e etnografia. Cultura e hist\u00f3ria oral, cultura popular e folclore. Narrativas orais e contempor\u00e2neas. Implica\u00e7\u00f5es epistemol\u00f3gicas e metodol\u00f3gicas da tradu\u00e7\u00e3o de significados culturais na pesquisa etnogr\u00e1fica. A produ\u00e7\u00e3o do conhecimento como projeto hermen\u00eautico que tece um encontro de paradigmas (tradi\u00e7\u00e3o e modernidade). Enfoque biogr\u00e1fico, mem\u00f3ria e identidade. Cultura oral como forma de re-atualizar o passado e de re-interpretar o presente na linguagem da tradi\u00e7\u00e3o. Registro visual, patrim\u00f4nio imaterial e outras narrativas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>15 &#8211; ESTUDOS ETNOGR\u00c1FICOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A etnografia como esfor\u00e7o te\u00f3rico-metodol\u00f3gico da Antropologia. Leituras de etnografias cl\u00e1ssicas e etnografias contempor\u00e2neas. Os diversos estilos de produ\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o etnogr\u00e1ficas<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>16 <\/strong>&#8211; <strong>ANTROPOLOGIA URBANA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cidade moderna. Escola de Chicago. Comunidade versus sociedade. A antropologia urbana no Brasil. Vida cotidiana. A diversidade de temas da antropologia urbana: lazer e sociabilidade, representa\u00e7\u00f5es do tempo e do espa\u00e7o, juventude, religiosidade, cultura popular, movimentos sociais. Planejamento urbano. Patrim\u00f4nio cultural. Cultura local\/nacional\/global. Aldeia\/cidade\/metr\u00f3pole. M\u00e9todos e t\u00e9cnicas de pesquisa nas cidades.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>17 &#8211; IDENTIDADE E RELA\u00c7\u00d5ES INTER\u00c9TNICAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Teorias sobre o fen\u00f4meno \u00e9tnico: primordialidade e instrumentalidade. Constru\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da identidade. Fluxo cultural e organiza\u00e7\u00e3o social. Fronteiras.&nbsp; Ra\u00e7a e etnia. Grupos minorit\u00e1rios. A quest\u00e3o da autenticidade. Etnicidade e territ\u00f3rio. Etnicidade e constru\u00e7\u00e3o da nacionalidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>18 &#8211; ESTUDOS AFROBRASILEIROS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudo das id\u00e9ias e das rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-raciais no Brasil. O lugar dos negros no processo hist\u00f3rico de constru\u00e7\u00e3o da identidade brasileira. Ra\u00e7a, etnia e classe. Racismo, etnocentrismo e relativismo. Os negros e a constru\u00e7\u00e3o da na\u00e7\u00e3o. Identidade nacional <em>versus<\/em> identidades particulares. Pol\u00edticas p\u00fablicas, movimentos sociais e manifesta\u00e7\u00f5es culturais afrobrasileiras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>19 &#8211; PATRIM\u00d4NIO MATERIAL E IMATERIAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Inicia\u00e7\u00e3o aos conceitos de Patrim\u00f4nio Material e Imaterial. Pol\u00edticas P\u00fablicas do Patrim\u00f4nio Cultural no Brasil. Gest\u00e3o do Patrim\u00f4nio e etnografia. Espa\u00e7o p\u00fablico e cidades. Pol\u00edtica do Patrim\u00f4nio Imaterial \u2013 INRC. Desdobramentos do tema e novos horizontes de pesquisa antropol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>20 &#8211; ETNOLOGIA IND\u00cdGENA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Hist\u00f3ria ind\u00edgena, etno-hist\u00f3ria e historicidade. Organiza\u00e7\u00e3o social e parentesco. Organiza\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica. Organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e din\u00e2mica territorial. Domina\u00e7\u00e3o colonial, territorializa\u00e7\u00e3o e poder tutelar. Atividades t\u00e9cnicas e econ\u00f4micas. L\u00f3gicas de troca e outras formas de transa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e simb\u00f3lica. Cosmologia e tradi\u00e7\u00e3o de conhecimento. Natureza e cultura. Processos rituais e simb\u00f3licos. Rela\u00e7\u00f5es inter\u00e9tnicas. Etnologia brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>21 &#8211; LAUDOS ANTROPOL\u00d3GICOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Argumenta\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica e argumenta\u00e7\u00e3o jur\u00eddica. Legisla\u00e7\u00e3o brasileira e internacional sobre povos ind\u00edgenas, quilombolas e outras minorias. Diferen\u00e7a entre processos administrativos e jur\u00eddicos de defini\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios. Identifica\u00e7\u00e3o e delimita\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios. Estudos sobre etnicidade. Estudo e Relat\u00f3rio de Impacto Ambiental. Legisla\u00e7\u00e3o brasileira sobre patrim\u00f4nio cultural. Contextos e condi\u00e7\u00f5es de pesquisa. Metodologia e t\u00e9cnicas de pesquisa. Implica\u00e7\u00f5es \u00e9ticas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>1.2 EST\u00c1GIO CURRICULAR<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>EST\u00c1GIO SUPERVISIONADO I<\/strong> \u2013 Elabora\u00e7\u00e3o de projeto de pesquisa individual, de acordo com a habilita\u00e7\u00e3o escolhida. In\u00edcio de trabalho de campo e mapeamento do contexto da pesquisa. Orienta\u00e7\u00e3o de um professor tutor.&nbsp; (6 cr\u00e9ditos \u2013 90hs)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>EST\u00c1GIO SUPERVISIONADO II<\/strong> \u2013 Desenvolvimento de pesquisa: realiza\u00e7\u00e3o de pesquisa de campo e sistematiza\u00e7\u00e3o dos dados etnogr\u00e1ficos. Orienta\u00e7\u00e3o com professores tutores (6 cr\u00e9ditos \u2013 90hs)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>EST\u00c1GIO SUPERVISIONADO III<\/strong> \u2013 Desenvolvimento de pesquisa e in\u00edcio da elabora\u00e7\u00e3o da monografia, inclusive com material audiovisual para alunos com habilita\u00e7\u00e3o em Antropologia Visual. (6 cr\u00e9ditos \u2013 90hs)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>2.0&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong><strong>CONTE\u00daDOS COMPLEMENTARES<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2.1 Conte\u00fados Complementares Obrigat\u00f3rios do N\u00facleo Comum<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>01 \u2013 METODOLOGIA DO TRABALHO CIENT\u00cdFICO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0s pr\u00e1ticas de constru\u00e7\u00e3o do trabalho cient\u00edfico. O que \u00e9 ci\u00eancia social, antropologia, etnografia, etnologia e trabalho de campo. Observa\u00e7\u00e3o das regras normativas de apresenta\u00e7\u00e3o de resumo, resenha, artigo, sinopse, fichamento, ensaio. Realiza\u00e7\u00e3o de pesquisa bibliogr\u00e1fica e orienta\u00e7\u00e3o para o uso da biblioteca. Estudo e aplica\u00e7\u00e3o das principais normas t\u00e9cnicas bibliogr\u00e1ficas. Uso de t\u00e9cnicas audiovisuais<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>02 &#8211; FILOSOFIA DAS CI\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudo das principais formas hist\u00f3ricas do discurso filos\u00f3fico e cient\u00edfico, desde as primeiras manifesta\u00e7\u00f5es gregas at\u00e9 a atualidade.&nbsp;Conhecimento cient\u00edfico versus senso comum. Ci\u00eancia versus Religi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>03 \u2013 SEMIN\u00c1RIOS DE PESQUISA EM ANTROPOLOGIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">M\u00e9todos e t\u00e9cnicas de pesquisa em antropologia. Pesquisa de campo e observa\u00e7\u00e3o participante. Etnografia. Diversidade de contextos de observa\u00e7\u00e3o: aldeias, campos e cidades. Rela\u00e7\u00e3o sujeito observado e observador. Instrumentos de pesquisa e coleta de dados: di\u00e1rio de campo, entrevistas, hist\u00f3ria oral e hist\u00f3ria de vida, etc. O uso da imagem na pesquisa antropol\u00f3gica. \u00c9tica no trabalho de campo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>04 &#8211; FORMA\u00c7\u00c3O ECON\u00d4MICA E POL\u00cdTICA DO BRASIL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudos sobre a sociedade e as institui\u00e7\u00f5es coloniais no Brasil (cotidiano, escravid\u00e3o, trabalho, religi\u00e3o, economia). Processo de constru\u00e7\u00e3o da id\u00e9ia de na\u00e7\u00e3o, enfocando as pol\u00edticas de integra\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-cultural (forma\u00e7\u00e3o das fronteiras internas e externas, pol\u00edticas lingu\u00edsticas, raciais, culturais e identit\u00e1rias). Industrializa\u00e7\u00e3o e urbaniza\u00e7\u00e3o no s\u00e9culo XX. Colonialismo interno (expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola e migra\u00e7\u00f5es). Globaliza\u00e7\u00e3o e as din\u00e2micas atuais da sociedade brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>05 &#8211;&nbsp; LEITURA E PRODU\u00c7\u00c3O TEXTUAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Concep\u00e7\u00f5es de leitura e de escrita. A rela\u00e7\u00e3o autor, texto e leitor. A sociologia da leitura e da escrita. A antropologia da leitura e da escrita. Estrutura\u00e7\u00e3o e argumenta\u00e7\u00e3o do texto oral e escrito \u2013 objetividade, corre\u00e7\u00e3o, coer\u00eancia e concis\u00e3o. Abordagem e produ\u00e7\u00e3o de diferentes g\u00eaneros textuais acad\u00eamicos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>06 \u2013 TRABALHO DE CONCLUS\u00c3O DE CURSO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desenvolvimento da monografia, com a orienta\u00e7\u00e3o de um professor tutor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2.1.1 Conte\u00fados Complementares Obrigat\u00f3rios \u2013 Habilita\u00e7\u00e3o em Antropologia Social<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>01<\/strong> \u2013 <strong>ESTUDOS RURAIS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Defini\u00e7\u00e3o do objeto. Grupos corporados e estudos de comunidade. Campesinato e mundo urbano. Agricultores, pastores e pescadores: elementos de converg\u00eancia e de diversifica\u00e7\u00e3o. Atividades econ\u00f4micas. Estudos de <em>plantation<\/em>.Grupo dom\u00e9stico. Fam\u00edlia e rela\u00e7\u00f5es de compadrio. L\u00f3gicas de domina\u00e7\u00e3o. Rela\u00e7\u00f5es patrono-cliente. Posse, propriedade e l\u00f3gicas de heran\u00e7a. Sociabilidade e vida festiva. Vis\u00e3o de mundo, rituais e religiosidade. Campesinato e pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>02 \u2013 G\u00caNERO, CORPO E GERA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Introdu\u00e7\u00e3o aos estudos de g\u00eanero na antropologia. O pensamento feminista. Sexo, g\u00eanero, desejo. Poder e diferen\u00e7a. Sexualidades. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0s teorias do corpo na antropologia. Os recortes geracionais: juventude e envelhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>03 &#8211; ANTROPOLOGIA POL\u00cdTICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Defini\u00e7\u00e3o e conceptualiza\u00e7\u00e3o do campo do pol\u00edtico; formas e instrumentos do exerc\u00edcio do poder; poder e domina\u00e7\u00e3o; poder e transa\u00e7\u00e3o; conflito, media\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>04 &#8211; ORGANIZA\u00c7\u00c3O SOCIAL E PARENTESCO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diferen\u00e7as entre organiza\u00e7\u00e3o social e estrutura social. Organiza\u00e7\u00e3o social e cultura. Organiza\u00e7\u00e3o social com base na escolha e com base na adscri\u00e7\u00e3o (rela\u00e7\u00f5es de parentesco).&nbsp; Os enfoques ao parentesco: teoria da alian\u00e7a e da descend\u00eancia.&nbsp; Diferentes formas de parentela. Grupos endog\u00e2micos e exog\u00e2micos. Incesto e l\u00f3gicas de classifica\u00e7\u00e3o de parentes. Totemismo. Rela\u00e7\u00e3o entre parentesco e localidade. Parentela e organiza\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2.1.2 Conte\u00fados Complementares Obrigat\u00f3rios \u2013 Habilita\u00e7\u00e3o em Antropologia Visual<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>01<\/strong> \u2013 <strong>T\u00c9CNICAS E EST\u00c9TICA DO AUDIOVISUAL I<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Elementos visuais e sonoros: conceitos e formas. Suportes imag\u00e9ticos. Registro sonoro. Hist\u00f3ria da fotografia e do cinema. O document\u00e1rio cinematogr\u00e1fico e o filme etnogr\u00e1fico<strong>. <\/strong>O roteiro: ponto de apoio para a produ\u00e7\u00e3o audiovisual e para o desenvolvimento do conhecimento cient\u00edfico. Vertov, Flaherty, Rouch: o cinema de descobertas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>02 \u2013 T\u00c9CNICAS E EST\u00c9TICA DO AUDIOVISUAL II<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A manipula\u00e7\u00e3o da linguagem e o conceito de realidade e virtualidade. Hiperm\u00eddia, sites, blogs: ferramentas da tecnologia a servi\u00e7o da pesquisa cient\u00edfica. Produ\u00e7\u00e3o audiovisual nacional e regional: modelos e refer\u00eancias. A pr\u00e1tica da produ\u00e7\u00e3o audiovisual como etapa do desenvolvimento de pesquisas. Novas leituras do audiovisual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>03 &#8211;&nbsp; ANTROPOLOGIA VISUAL I<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Advento da fotografia e do cinema e sua apropria\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica. Uso da fotografia no contexto de trabalhos antropol\u00f3gicos na primeira metade do s\u00e9culo XX: Malinowski, Bateson e Mead. Implica\u00e7\u00f5es do uso da fotografia e do cinema na elabora\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o de trabalhos antropol\u00f3gicos. Primeiros filmes etnogr\u00e1ficos. Enciclop\u00e9dia cinematogr\u00e1fica alem\u00e3: Harald Schultz e outros. Sistematiza\u00e7\u00e3o da fotografia e do v\u00eddeo como m\u00e9todo de pesquisa antropol\u00f3gica: John Collier Jr.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>04 &#8211; ANTROPOLOGIA VISUAL II<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Forma\u00e7\u00e3o e desenvolvimento da Antropologia Visual. Desenvolvimentos do filme etnogr\u00e1fico: Robert Gardner, Jean Rouch e David MacDougall. Suportes e instrumentos condicionadores de novos objetos de estudo. Uso do v\u00eddeo como forma de comunica\u00e7\u00e3o intercultural.&nbsp; Visualidade e sonoridade das artes integradas ao saber antropol\u00f3gico. Cultura e comunica\u00e7\u00e3o visual. Imagens em suportes digitais. Etnografia em hiperm\u00eddias. Fotografia, cinema, televis\u00e3o e internet como campos de estudos antropol\u00f3gicos na atualidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2.2&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong><strong>CONTE\u00daDOS COMPLEMENTARES OPTATIVOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>01 \u2013 PROCESSOS RITUAIS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ritos de passagem. Liminaridade. Polissemia e multivocalidade dos s\u00edmbolos. Ritos de institui\u00e7\u00e3o. Ritos de invers\u00e3o. Rito, mito e hist\u00f3ria. Cosmologia, religiosidade e tradi\u00e7\u00e3o de conhecimento. Ritual e racionalidades. Ritual e pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>02 &#8211; ANTROPOLOGIA ECON\u00d4MICA E DA TECNOLOGIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Abordagens formalistas e substantivistas do econ\u00f4mico. L\u00f3gicas de transa\u00e7\u00e3o, de troca e de ac\u00famulo econ\u00f4mico e simb\u00f3lico. Organiza\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica e circuitos s\u00f3cio-econ\u00f4micos. A fun\u00e7\u00e3o da d\u00e1diva. Mercantilismo e capitalismo.&nbsp; L\u00f3gicas de racionaliza\u00e7\u00e3o e temporalidades. Rela\u00e7\u00f5es entre o material e o simb\u00f3lico. Natureza e cultura. Processos e sistemas t\u00e9cnicos. T\u00e9cnicas de uso, de produ\u00e7\u00e3o e de aquisi\u00e7\u00e3o. Tend\u00eancia t\u00e9cnica e fato t\u00e9cnico. Rela\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e rela\u00e7\u00f5es sociais. Cadeia operacional e processo de apropria\u00e7\u00e3o da \u201cnatureza\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>03 &#8211; ANTROPOLOGIA DA ARTE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Modernismo e arte primitiva na forma\u00e7\u00e3o do pensamento antropol\u00f3gico. Artes \u00e9tnicas e turismo. Globaliza\u00e7\u00e3o e o mercado da arte. Antropologia da performance.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>04 \u2013 ANTROPOLOGIA E DIREITOS HUMANOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A disciplina procura articular no\u00e7\u00f5es ampliadas de cidadania e direitos humanos \u00e0s demandas de reconhecimento de popula\u00e7\u00f5es tradicionais. Partindo da an\u00e1lise da no\u00e7\u00e3o de humanidade, trabalhar\u00e1 com conceitos universalmente reconhecidos como a cidadania formal e demandas singulares de minorias sociais e \u00e9tnicas que, em muitos casos, se confrontam no plano legal. Direitos humanos de g\u00eanero e geracionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>05 \u2013 LAZER E SOCIABILIDADE URBANA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sociabilidade, sociedade e socialidade. A din\u00e2mica cultural nas cidades. Casa e rua. P\u00fablico, privado e dom\u00e9stico. Centro e Periferia. As diferentes concep\u00e7\u00f5es de lazer, tempo livre e tempo liberado. Lazer e trabalho. Festas. Manifesta\u00e7\u00f5es religiosas. Diferen\u00e7as de classe, g\u00eanero e gera\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>06 &#8211; ANTROPOLOGIA E HIST\u00d3RIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O tempo nas abordagens antropol\u00f3gicas. O difusionismo e o particularismo hist\u00f3rico. Abordagens ideogr\u00e1ficas e nomot\u00e9ticas. Diferen\u00e7as entre abordagens diacr\u00f4nicas e processos hist\u00f3ricos. Hist\u00f3ria social, Micro-hist\u00f3ria e Antropologia. Mito e Hist\u00f3ria. Hist\u00f3ria, processo e estrutura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>07 \u2013 ANTROPOLOGIA FILOS\u00d3FICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antropologia filos\u00f3fica e filosofia. A forma\u00e7\u00e3o dos humanismos: Humanismo greco-romano, crist\u00e3o, renascentista. O Homem na Filosofia Moderna e Contempor\u00e2nea. O homem e as ci\u00eancias do homem: o homem na perspectiva psicol\u00f3gica, social e hist\u00f3rica; constitui\u00e7\u00e3o materialista ou espiritualista do homem; a pessoa humana; a liberdade. O homem e o projeto humano. Cultura, ci\u00eancia e civiliza\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>08 &#8211; ANTROPOLOGIA E COMUNICA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Processos e teorias de comunica\u00e7\u00e3o nas sociedades humanas. Os diversos modos de comunica\u00e7\u00e3o. Contexto de produ\u00e7\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o dos sistemas de comunica\u00e7\u00e3o. Comunica\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas, afrobrasileiros e da cultura popular. Iconografia. Semi\u00f3tica. Representa\u00e7\u00f5es ic\u00f4nicas e verbais (anal\u00f3gica e digital).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>09 \u2013 INICIA\u00c7\u00c3O \u00c0 FOTOGRAFIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Inicia\u00e7\u00e3o sobre o estudo da fotografia abordando a linguagem, t\u00e9cnicas de utiliza\u00e7\u00e3o do equipamento fotogr\u00e1fico, a fotografia como apreens\u00e3o do real, a fotografia como instrumento documental no \u00e2mbito da pesquisa e na rela\u00e7\u00e3o de alteridade refletir sobre o direito \u00e0 imagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>10 &#8211; ANTROPOLOGIA E LITERATURA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Interfaces da antropologia com estudos liter\u00e1rios. A constru\u00e7\u00e3o da diferen\u00e7a e da alteridade na literatura brasileira e internacional. As fronteiras entre arte e ci\u00eancia na escrita antropol\u00f3gica. A autoria na escrita antropol\u00f3gica e na produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>11 &#8211; TERRIT\u00d3RIO E MEIO AMBIENTE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Din\u00e2mica territorial, constru\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e territorialidade. Processos de territorializa\u00e7\u00e3o, desterritorializa\u00e7\u00e3o e re-territorializa\u00e7\u00e3o. Organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e espa\u00e7o geogr\u00e1fico. Territ\u00f3rio, Estado e grupos \u00e9tnicos. Morfologia social. Ecologia dom\u00e9stica. Ecologia pol\u00edtica. Atividades t\u00e9cnico-econ\u00f4micas&nbsp; e meio-ambiente. Impactos sociais e ambientais nas pol\u00edticas estatais de territorializa\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>12 \u2013 INGL\u00caS INSTRUMENTAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Introdu\u00e7\u00e3o e pr\u00e1tica das estrat\u00e9gias de compreens\u00e3o escrita que possibilitem uma leitura mais eficiente e aut\u00f4noma de textos variados, bem como de textos pertinentes a \u00e1rea de estudo dos alunos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>13 &#8211; SOCIOLOGIA BRASILEIRA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Origens do pensamento social brasileiro. A Escola sociol\u00f3gica do Recife. Gilberto Freyre e a forma\u00e7\u00e3o da sociedade brasileira. S\u00e9rgio Buarque de Holanda. Caio Prado J\u00fanior. A escola Paulista de Sociologia: os franceses e os americanos (Bastide e Pierson). A transi\u00e7\u00e3o para a sociedade industrial: Costa Pinto, Fernando Azevedo, Florestan Fernandes. A quest\u00e3o do desenvolvimento. A revolu\u00e7\u00e3o burguesa. A moderniza\u00e7\u00e3o autorit\u00e1ria e a diversidade cultural. A teoria da depend\u00eancia. Desdobramentos recentes da sociologia no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>14 &#8211; MOVIMENTOS SOCIAIS E TEORIAS DO RECONHECIMENTO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Teoria dos Movimentos Sociais: paradigmas cl\u00e1ssicos e contempor\u00e2neos. Caracter\u00edsticas e abordagens \u201cdos novos movimentos\u201d sociais. Identidades (g\u00eanero, ra\u00e7a, etnia, etc.). Movimentos ambientalistas. Cidadania e democratiza\u00e7\u00e3o do Estado. Pr\u00e1ticas cotidianas de resist\u00eancias e a\u00e7\u00e3o coletiva. Cultura, cotidiano e a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Teoria do Reconhecimento (Axel Honneth, Nancy Fraser, Charles Taylor).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>15 \u2013 LIBRAS \u2013 L\u00cdNGUA BRASILEIRA DOS SINAIS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Defini\u00e7\u00e3o e classifica\u00e7\u00e3o da surdez. Abordagens educacionais na educa\u00e7\u00e3o do surdo. LIBRAS e a educa\u00e7\u00e3o bil\u00edng\u00fce. A educa\u00e7\u00e3o precoce. Aspectos reabilitadores (m\u00e9todos &#8211; sistemas de interven\u00e7\u00e3o). Aspectos educativos da surdez &#8211; adequa\u00e7\u00e3o curricular. Vis\u00e3o cr\u00edtica das metodologias abordadas. Eixos tem\u00e1ticos: O contexto da Escola Brasileira. A sala de aula. Ensino de LIBRAS.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2.3. CONTE\u00daDOS COMPLEMENTARES FLEX\u00cdVEIS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>01 \u2013 T\u00d3PICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA I<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por se tratar de conte\u00fado flex\u00edvel, a ementa \u00e9 aberta para se adaptar \u00e0s necessidades de forma\u00e7\u00e3o dos alunos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>02 &#8211; T\u00d3PICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA II<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por se tratar de conte\u00fado flex\u00edvel, a ementa \u00e9 aberta para se adaptar \u00e0s necessidades de forma\u00e7\u00e3o dos alunos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1.0&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; CONTE\u00daDOS B\u00c1SICOS PROFISSIONAIS 1.1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conte\u00fados B\u00e1sicos do N\u00facleo Comum 01 \u2013 FUNDAMENTOS DO PENSAMENTO [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":63,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-38","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ccae.ufpb.br\/antropologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/38","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ccae.ufpb.br\/antropologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ccae.ufpb.br\/antropologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccae.ufpb.br\/antropologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/63"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccae.ufpb.br\/antropologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ccae.ufpb.br\/antropologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/38\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39,"href":"https:\/\/www.ccae.ufpb.br\/antropologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/38\/revisions\/39"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ccae.ufpb.br\/antropologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}