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Entrevista da Professora Yuska, do DCX/CCAE/UFPB sobre pesquisa que está realizando em seu pós doutorado na França: Tecnologias digitais para autistas

por publicado: 27/05/2018 14h27 última modificação: 27/05/2018 15h29

Como tornar o universo digital mais acessível a pessoas com necessidades específicas, como os autistas? Esse é o campo de atuação e pesquisa da professora de Computação da Universidade da Paraíba, Yuska Paola Costa Aguiar, atualmente na França para trabalhar com o tema em um pós-doutorado na Universidade de Aix-Marseille, sul do país.

O trabalho de Yuska e do laboratório francês onde desenvolve suas pesquisas consiste em aproximar três áreas do conhecimento: ciências da computação, psicologia e medicina. Essa transversalidade é necessária para ajudar programadores de softwares a criar programas de computador adaptados aos pacientes com espectro de autismo.

Para isso, a professora universitária teve que mergulhar nas teorias e práticas sobre a doença. “Entre os autistas, existe uma variação intra e interindividual, ou seja,  cada um deles pode se comportar e apresentar as facetas do autismo de forma muito plural e que podem ser alteradas ao longo de seu desenvolvimento”, afirma.

Ao estudar as formas de intervenção nos pacientes, ela entende melhor como a computação pode auxiliar nas intervenções que são feitas nas pessoas com autismo.  Segundo Yuska, o computador não substitui o terapeuta, mas vai permitir que uma atividade repetida várias vezes seja adaptada ao indivíduo.

“As práticas convencionais com pacientes autistas são muito focadas na personalização, cada atividade é específica para o indivíduo em um determinado momento de sua vida. A personalização pode ser mais fácil a partir do computador e também a repetição, quando você tem o uso da informática”, explica.

 

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